Gerador de Certidão (Matrícula)
Gere números de matrícula de certidão (Nascimento, Casamento e Óbito) no padrão unificado de 32 dígitos para testes técnicos.
Padrão CNM
Seguimos o Código Nacional de Matrícula (CNM) que unificou o padrão de certidões em todo o Brasil desde 2010.
Dados Isentos
Os números são gerados de forma randômica por algoritmos locais, sem consulta ou armazenamento em bancos de dados reais.
Pronto para Teste
Ideal para testar fluxos de cartório digital, herança, pensão e sistemas de seguros.
Guia das Matrículas de Certidão
O que são os 32 dígitos da certidão?
Antigamente, cada cartório tinha seu modelo de certidão. Para organizar o sistema nacional, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) criou a Matrícula Unificada de 32 dígitos. Ela identifica: o CNS do cartório (6 d.), o Acervo (2 d.), o Tipo de Registro (2 d.), o Ano (4 d.), o Tipo de Livro (1 d.), o Livro (5 d.), a Folha (3 d.), o Termo (7 d.) e os Dígitos Verificadores (2 d.).
Quais tipos de certidão posso testar?
Todas as certidões de Registro Civil das Pessoas Naturais seguem este padrão: Nascimento, Casamento, Óbito, Casamento Religioso com Efeito Civil, entre outros. Nossa ferramenta permite focar nas três principais categorias solicitadas em formulários de cadastro.
Estes números são oficiais?
Definitivamente não. O Gerador de Certidões da Mão na Roda produz números puramente randômicos dentro da estrutura de 32 dígitos. Eles não têm validade legal e não representam pessoas reais. O uso impróprio destes dados para fraudes é crime punível por lei.
Como o desenvolvedor deve usar esta ferramenta?
- Validação de Input: Testar se o sistema aceita exatamente 32 caracteres numéricos.
- Máscara de Dados: Verificar se a interface exibe os campos separados por espaços para facilitar a leitura humana.
- Testes de Integração: Simular o recebimento de dados de cartórios via API em sistemas de seguradoras ou órgãos governamentais.
Por que removeram o formato antigo (Livro/Folha/Termo)?
O formato antigo gerava duplicidade e confusão em buscas nacionais. A matrícula única permitiu a digitalização dos cartórios e a criação da CRC Nacional (Central de Informações do Registro Civil), facilitando a emissão de segundas vias e pesquisas de antepassados.